ONTEM! HOJE! AMANHA!

DRAPEAU DU MOUVEMENT BONAPARTISTE

 

ONTEM – HOJE – AMANHA
(HIER – AUJOURD’HUI – DEMAIN)

“A Ideia Napoleonica é a reconstrução da sociedade francesa abalada por cinquenta anos de revolução, a reconciliação da ordem e liberdade, os direitos do povo e o principio de autoridade.

No meio de dois partidos hostis, um dos quais olha somente o passado, e o outro somente o futuro, o Bonapartismo junta as antigas formas e os novos principios.

Em ordem de construir solidamente, ela funda seu sistema em principios de justiça eterna, e esmaga so seus pés as teorias reacinárias nascidas dos excessos dos partidos.

Ela substitui o sistema hereditario das antigas aristocracias por uma aristocracia que, ao mesmo tempo que assegura a igualdade, reconhece os meritos e garante a ordem.

Ela encontra força na liberdade, porque, sabiamente ela prepara seu reinado construindo grandes fundações antes de construir a construção em si mesma.

Ela não segue nem a marcha incerta de um partido, nem o jubilo das multidões. Ela comanda pela razão, ela lidera porque primeiro marcha.

Voando sobre panelinhas politicas, insentos de qualquer preconceito nacionalista, ela ve na França somente irmãos de facil reconciliação, e em diferente nações da Europa menbros da mesma familia […]”

…A Ideia Napolenica não é um ideal belicista, mas uma social, industrial, comercial, e uma ideia humanitaria. Se para alguns homens ela aparece ainda cercada por uma tempesdade de combate, isso é porque em efeito ela esteve por muito tempo envolvida pela fumasa de canhões e a poeira da batalha. Mas hoje as nuvens se afastam, e nós podemos ver, atravez da glória das armas, uma glória civil, maior e até mesmo mais duradoura.”

Luís-Napoleão Bonaparte (Napoleão III),

Idées Napoléoniennes, 1839

 

OS CINCO GRANDES PRINCIPIOS OU OS PILARES DO BONAPARTISMO

Aigle_Empire_MOUVEMENT BONAPARTISTE

CHAMADA PARA O POVO OR DEMOCRACIA DIRETA

“O princípio de toda a soberania pertence a Nação. Nenhum corpo, nenhum individuo pode exercer uma autoridade que não venha dela.’
Artigo III da Declaração dos Direitos (e Deveres) do Homem e do Cidadão.

ONTEM

Napoleão e Napoleão III sempre fizeram do povo a base de seu sistema, porque seja o que o que for, que é feito sem o povo é ilegal.

Sob nossos dois Imperadores o exercicio da democracia não somente envolveu plebiscitos (referendo pelo qual o povo aprovava ou desaprovava a politica do governo), mas também o direito de cada cidadão para apresentar uma petição para o chefe de Estado, para que tenha suas queixas ouvidas, ou (sob o Segundo Império) o direito de apelar diretamente ao Senado se ele sentir que alguma lei violou a Constituição. A criação do Conselho de Estado dos prud’hommes e mesmo a presensa de agentes da polícia (cuja função era observão a opnião publica, ao invés de denunciar aqueles que criticam o regime) contribuiu para essa tendencia de colocar os cidadãos a serviço de um Estado Moderno, próximo a eles, e apoiado por eles.

HOJE

Nós Bonapartistas do século XXI, exigimos a instauração de um dia anual de voto, no qual qualquer cidadão com um número suficiente de assinaturas poderia propor uma medida por referendo. Também queremos que a vontade popular seja respeitada nos seguintes referendos organizados pelos governos. Nós por conseguinte condenamos o projeto de ter sido adodada pelos parlamentos a constituição rejeitada pelos franceses e holandeses no referendo de 2005, e pelo povo irlandes em 2008.

AMANHA

O futuro contínua incerto, mas não há razão para desistir, Nów lutamos por você. Se você quer uma Republica digna desse nome, se você quer estabelecer uma verdadeira democracia, junte-se a nossa causa!

*

AUTODETERMINAÇÃO

“O princípio de toda a soberania pertence a Nação. Nenhum corpo, nenhum individuo pode exercer uma autoridade que não venha dela.’
Artigo III da Declaração dos Direitos (e Deveres) do Homem e do Cidadão.

“Combati sob pena de destruição”
Napoleão o Grande, Imperador dos Franceses

ONTEM

Napoleão, contrario a algumas opniões, lutou somente para defender a França contra coalizões organizadas por monarquias que pretendiam restaurar o Antigo Regime. Napoleão III lutou para defender a liberdade religiosa na Palestina e na China, e apoiou os italianos na sua causa de derrubar a dominação do Império Austro-Hungaro e se unir como Nação.

HOJE

Nossa apego com os direitos dos povos de determinar seu proprio futuro é antes de mais nada não um sinal de nacionalismo descabido, mas uma questão de respeito parar as ideias e valores dos qual nos benificiamos na França e na Europa de hoje, e do respeito pelo sacrificio dos quais lutaram por eles. Democracia não significa nada se as escolhas do povo não são respeitadas, ou se esses que decidem nosso futuro não são os que vivem com as consequencias de suas decisões.

AMANHA

É por essa razão que queremos uma Europa confederad, na qual cada povo poderia preservar não somente sua cultura e identidade, mas também as leis fundamentais que assegure as funções da socidade. A manutenção de nossos serviços publicos, nosso direito de ser mestre de nosso proprio destino, o papel do Estado como motar da indústria e agricultura que o permite proteger nossos trabalhadores e componeses contra a competição irrestrita que agrava o desemprego e destroi a produção local… tantos direitos fundamentais esquecidos por uma burocratica e anti-democratica “construção europeia”.

Para a Europa, queremos incentivar a legislação sobre uma política ambiental comum, de modo a favorecer as energias renováveis e para combater a poluição e o aquecimento global. Queremos uma política europeia que respeite o direito de cada povo à autodeterminação, de acordo com a política de nacionalidades dadas por Napoleão e Napoleão III. Este princípio que ressusitou a Polónia (1806, e, posteriormente, 1919 e 1989), deu nova vida para a Suíça (1803, depois de 1849), criou a Itália (1796, 1805, e 1859) e a Roménia (1856 e 1862). Queremos que ela crie Europa.

*

PROGRESSO SOCIAL

ONTEM

Napoleão e Napoleão III sempre fizeram do bem-estar das pessoas, suas prioridades. Napoleão garantiu o salário mínimo pelos empregadores e proibição de baixar os salários, em troca de proibição de greves. Também manteve o preço dos alimentos (pão em particular) em um nível acessível até aos mais probres. Depois dos tumultos após más colheitas em 1812, não só ele mandou tropas para proteger os padeiros, ele também organizou dois milhores de rações de sopa. Ele deu dinheiro do próprio bolso para permitir que os empregadores em Lyon pagassem seus trabalhadores, durante o inverno de 1806-1807 e para aquelas de Amiens, em 1811.

Em 1809, Napoleão criou o primeiro fundo de pensões de reforma e fundos de seguros de acidentes garantidos pelo Estado. Em 1806, ele criou o Conselho de prud’hommes, para conciliar possiveis problemas entre empregadores e trabalhadores. Em 1811 criou o corpo de bombeiros e em 1813, proibia o trabalho infantil nas minas. Ele também apoiou as associações de ajuda mútua, antepassados dos nossos sindicatos desonvoldido mais tarde pelo seu sobrinho, Napoleão III…

Napoleão III, por sua parte, estendeu o sistema de seu tiu de fundos de pensões de reforma, revividos fundos de seguros de acidentes, mantidos um preço máximo para pão até 1853, deslegalizou greves, abriu o processo de participação dos trabalhadores nos lucros, capital e gestão de negócios. Ele também é um dos inventores da margarina, porque ele lenaçou a pesquisa de uma forma mais barata de “manteiga”. Além disso, ele organizou cozinhas de sopa, duplicou o orçamento de estado para o bem-estar…

HOJE

Algumeas pessoas dizem que o sistema social francês – um aterfato histórico – deve desaparecer. Para eles a segurança social é uma despesa inútil. Para nós, a questão é o estado de bem-estar, que garante a proteção dos nossos concidadãos contra acidentes imprevistos, como nos garante a admiração dos nossos vizinhos. Uma grande parte da classe dos políticos gostaria de acreditar que deveriamos adotar um sistema americanizado, em que apenas os mais ricos podem pagar o tratamento adequeado (de acordo com os prórpios amerianos). Um sistema mais perto do sistema da Grã-Bretanha? Em um tempo quando os britânicos (os que podem) aplicam o tratamento na França? No momento em que os fundos de suas pensões estão em colapso?

AMANHA

Em um momento cquando a maioria de nossos políticos, quase todos qualificados de mesmas escolas, apoiadores de programas indênticos seja qual for o rótulo que usam, passam seu tempo no aprofundamento da dívida de nosso Estado de Providência e da dívida nacional por todos os nossos servições públicos que fazem lucros vendendo, denunciamos este roubo. Esses serviços públicos são seus. Este Estado de bem-estar é sua herança. Foram os bonapartistas e seus herdeiros que os colocaram aqui. Nós nos opomos a venda para individuos do que pertence seu por direito. Estamos determinandos a preservá-los para você, e por isso pedimos o seu apoio.

*

AUTORIDADE

ONTEM

“A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo.”.
Artigo IV da declaração dos direitos (e deveres) do homem e do cidadão.

Fazemos questão de insistir sobre os aspectos dos direitos e deveres dos cidadãos. Sem direitos, não pode haver deveres. Sem direitos, não pode haver nenhum direito. Funções da socidade (ou não), de acordo com o respeito (ou não) dos direitos e deveres de cada um.

Em uma família, os pais têm o dever de cuidar, amor e disciplina para seus filhos. Crianças, em troca, têm o dever de armar, respeitar e (até que todos sejam independentes) obedecer seus pais. Todo cidadão tem o dever legal para ajudar as pessoas em perigo e a respeitar os outros. Empregadores e empregados têm o dever mútuo de honestidade e respeito. Cada um de nós tem o nosso direito de liberdad, mas também o dever de não abusar dela prejudicando a liberdade dos outros. Mas quantoas pessoas não respeitam estes valores, simplesmente porque não as aprenderam?

Napoleão, o grande e Napoleão III acreditavam na função protetora do Estado. O Estado, como garantidor da constituição, e, consequentemente, dos direitos e deveres de cada um, tem o papel de motor social e árbitro. Ambos re-estabelerecam o respeito pela lei, após os períodos problemáticos em, 1799 e 1851, e como De Gaulle em 1944 e 1958. Eles fizeram que se respeitasse um certo número de direitos (liberdade de religião, a igualdade perente a lei, a liberdade de expressão) e de deveres (impostos, trabalho, o respeito dos direitos de um cidadão com sua família).

HOJE

Nos últimos trinta anos, temos assistido a queda das condições de vida, a ausência de respeito pelos valores gravados sobre os edifícios públicos (liberdade, igualdade, fraternidade, República) e medalhas (honra e pátria) do nosso país. Observamos um clima de violência, de medo e de ascensão dos extremos de todos os tipos. Nosso movimento acredita que isto não é nem irreversivel nem uma inevitavel consequência da imigração. Isso é produto de um sistema de educação em qual os professores estão proibidos de controlar suas classes, no qual a instrução cívica foi esvaziada de toda noção de respeito e de dever cívico e em que nosso corpo de bombeiros, enfermeiras e polícia é usadas como alvos por antigos alunos para expressar a violência que a mídia e a ausênte autoridade do Estado imponha sobre eles desde o berço em diante.

AMANHÃ

A luta contra a criminalidade e delinquência deve concentrar-se sobre a proteção dos mais vulneráveis da nossa sociedade, tanto quanto o de todos os seus concidadãos e estrangeiros residentes. Este combate deve ser acompanhando de um programa social avançado, com a participação de todos aqueles que acreditam que eles têm direitos e, por conseguinte, deveres, a fim de reconstruir o nosso país. Todos os indivídiuos, associações sociais e humanitárias e serviços do Estado devem trabalhar juntos para salvar o nosso páis da violência, extremismo político e a pobreza que os gera. Também é necessário re-estabelecer o ensino do civismo, começando com a escola primári, se não antes.

*

REJEIÇÃO DA DIVISÃO ESQUERDA-DIREITA

 

ONTEM

Napoleão, o grande e Napoleão III tiveram sucesso com a imensa maioria dos franceses em trono de seu regime, porque eles estavam acima das partes. Eles não faziam parte das facções que disputaram o poder entre eles, como os catadores disputam a carcaça de um aninal moribundo.

Napoleão delcarou que ele não pertencia nem a esquerda (jacobinos), nem a direita (realistas). “Eu sou nacional” disse ele, Sua política de unidade nacional, o permitia, de acordo com seus inimigos, pôr em prática as reformas que o povo exigiu, cansado das repetidas mudanças de regime que trouxe novos problemas e retartou a reconstrução do país. As leis, instituições e valores sobre os quais nossa sociedade inclina-se hoje para se manter na posição vertical, são os frutos desta política central, que se baseou nas pessoas e não confiava em partes.

Napoleão III buscou o trabalho de seu tio, com o apoio de homens da “esquerda” e da “direita”. Ele conseguiu instaurar o primeiro serviço de seguro de acidentes e aposentadoria (a partir de 1849) e também um dos períodos mais prósperos e gloriosos da história da França… de acordo com Louis Pasteur.

HOJE

É suficiente para ler a impresa para ver que os principais jornais são comprados pelas partes de “esquerda” e de “direita”. É o suficiente para assistir as transmissões de notícias para percber que as reformas são sistematicamente bloqueadas. Quando a “esquerda” propõe uma reforma, o “direito” opõe-se lo… e vice-versa. Às vezes justifica-se esta oposição, mas acima de tudo serve como um meio de marcar pontos para um partido ou outro. E até que as partes concordam sobre a cor da grama, o povo precisa encontrar outra saída.

AMANHÃ

Rejeitamos a clivagem esquerda-direita que só serve para dividir o povo francês e dar lucros somente aos partidos políticos. Nós não queremos proibir esses partidos. Nós preferimos restaurar o cidadão ao centro das questões públicas. Nós propomos um governo de unidade nacional, de democracia direta como explicamos anteriormente, a participação de todos na política – no sentido nobre da palavra – aberto a todos como o princípio de respeito opelos direitos e deveres de cada um de nós. Nós lutamos por uma política coerente, porque nos baseamos em ideias simples e validas, patriotica, social e democratica.

Isso é dizer, uma política BONAPARTISTA.

Paulo-Napoleão Calland
Presidente do MOVIMENTO BONAPARTISTA.

Revers_BRASIL_Drapeau Mouvement Bonapartiste

 

 

Un commentaire pour ONTEM! HOJE! AMANHA!

  1. Ping : LE MEMORIAL DE SAINTE-HELENE – 11-13/11/1815 | mouvementbonapartiste

Laisser un commentaire

Entrez vos coordonnées ci-dessous ou cliquez sur une icône pour vous connecter:

Logo WordPress.com

Vous commentez à l'aide de votre compte WordPress.com. Déconnexion / Changer )

Image Twitter

Vous commentez à l'aide de votre compte Twitter. Déconnexion / Changer )

Photo Facebook

Vous commentez à l'aide de votre compte Facebook. Déconnexion / Changer )

Photo Google+

Vous commentez à l'aide de votre compte Google+. Déconnexion / Changer )

Connexion à %s